
Não julgue as coisas a partir de um único evento.
Ps Jabá:
Tem coisa nova no Metaphoras no Quadrado.
Cartola - Corra e Olhe o céu

Na cabeça vieram fragmentos de coisas que gostaria de ter escrito. Que ‘com certeza’ se alguém, muito mais talentoso e inspirado, já não o tivesse feito, talvez, num súbito dia iluminado esperando um ônibus, escrevesse. Tudo tão redondo, tão perfeito que pensaria: Já li em algum lugar. Como gim, fumaça, dor, microfonia*.
Um tanto delírio. Ou seria sonho lúcido? Em lugar deve existir uma espécie de bazar onde os sonhos extraviados vão parar**, não? You’re to blame for all the life that you’re losing!!***Pois então corra e olha o céu, que o sol vem trazer bom dia!****
Assim diria em, primeira pessoa ,que como o sol, minh'alma continua intacta*****
* Chico César- Dona do Dom interpretada por Maria Bethânia
** Edu Lobo e Chico Buarque de Hollanda - A Moça do Sonho interpretada por Maria Bethânia.
*** Matthew Bellamy[?]-Tsp [Você é o culpado por toda a vida que está perdendo] por Muse.
**** Cartola e Dalmo Castelo - Corra e olhe o céu interpretada por Ney Matogrosso.
*****Zeca Baleiro- Não me Mande Carta interpretada por por Zé Guilherme.
Resposta a pergunta do post passado: E quando erramos o objeto percebido??
Quando você está empolgado com algo, o restante tende a ser plano de fundo. O 'objeto' da empolgação é a figura logo, o mais importante. Com isso você tende a errar tudo o que não é de seu interesse, mas, na verdade, não é um erro e sim uma transferência de percepção de algo que é figura, ou seja, que é importante no momento.
Ps Jabá:
Tem coisa nova lá no Quadrado.
lo.gor.réi.a sf (logo2+ réia)
1 Fluxo de palavra. 2 Med Necessidade mórbida de falar que apresentam certos alienados, falando indefinidamente, sem razão aparente e às vezes sem darem conta disso. 3 pej Loquacidade excessiva; verborragia.

Ela acha este cachorro muito engraçado e não encontrou uma imagem que gostasse para pôr.
É madrugada, quase manhã, e ela pensa que todos estão submetidos à dinâmica do cotidiano, que cria suas próprias ‘teorias’, partindo das teorias científicas para simplificar o dia-a-dia.
Não é necessário nenhum cálculo matemático para saber que a garrafa térmica deve ser fechada para que a água permaneça na temperatura desejada, simplesmente não lembramos das leis da termodinâmica nessa hora. Chá de boldo faz bem ao fígado, camomila acalma, o sol seca as roupas. As coisas tendem a cair, nem por isso lembramos da Lei da Gravidade postulada por Newton, ele que nos perdoe. E para atravessar a rua não usamos calculadoras para saber se dará tempo passar calculando a velocidade do carro e o espaço a ser percorrido.
Irremedávelmente interroga: Mas e se eu simplificar a coisa errada??
Coloca no São Google [Uma das coisas que faz quando não sabe mais o que fazer, colocar palavras, expressões no sistema de buscas e ver o que aparece]: Simetria, estabilidade e simplicidade. Palavras que, não sabe como e nem por quê, vieram a sua cabeça.
Um texto chama sua atenção: O GESTALTISMO E A VISÃO COGNITIVISTA.
Ela sempre gostou de Psicologia. Um tempo desses, até arrumou um namoradinho estudante da tal da Psicologia, mas ele tinha a péssima mania de analisar cada coisa que ela falava, não deu muito certo.
Gestalt é uma corrente de pensamento da psicologia que descreve como lei básica da percepção visual em que “qualquer padrão de estímulo tende a ser visto de tal modo que sua estrutura resultante é tão simples quanto às condições permitem”.
Encontra nesses fenômenos de percepção meios para compreender o comportamento humano. Como percebemos um estímulo e como este desencadeia o nosso comportamento.
Se não há simetria, estabilidade e simplicidade, não alcançamos a boa-forma.
E quando erramos o objeto percebido??
Alguém sabe a resposta?
Ps diariozinho só para constar:
Já que resolvi fugir do meu lema ‘isto não é um diário’ estes dias...
Dois dos meus compositores/cantores favoritos na mesma semana. Amigas e Amigos. Aquele meu bom-humor que, ainda bem, é insistente. A velha/nova lição que bebida para mim deve ser Nescauzinho ou Coca-cola.
Encontro com mulheres vértices [uma boneca e uma que brinca de carpe diem]
Encontro com uma mulher que é tantas quantas pode ser e uma que se tivesse mais alma para dar, daria.
Pedi comida pelo telefone e deitada no chão com a cabeça sobre o travesseiro e com os cabelos ainda molhados, vestida numa camisa do meu pai, com as pernas para cima apoiadas no sofá assisti a uma comédia idiota na televisão.
Para completar, ele, minha grande paixão,Zeca Baleiro ,dia 04 de outubro. Acho realmente que resolveram me fazer feliz!
E ontem foi meu dia de postar lá no:
Feminista/machista...Azedinho, azedinho...
Depois de tempos dentro de casa, amargando um certo desânimo sem motivo determinado, a menina sai para ver Nando Reis tocar:
"É bom olhar pra trás e admirar a vida que soubemos fazer
É bom olhar pra frente, é bom nunca é igual"
[Nando Reis em Dessa Vez]
Chegou de alma lavada e alegre. Livrou-se de um cara que quis mergulhar no seu, mais que generoso, decote. Encontrou algumas pessoas que não queria, algumas que tanto fazia encontrar ou não, umas que a fizeram feliz e uma amiga linda com sorriso de menina e olhos que brilham tanto quanto a mais cintilante das estrelas. Riu de e com pessoas divertidas e ainda descobriu que outro dos seus cantores favoritos estará na sua cidade nesta semana.
Paulinho Moska
15.09
TERESINA / PI
[Egipe Pub]
22h00
"Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim"
[Paulinho Moska em Tudo Novo de Novo]
Alguma dúvida de que ela estará lá? É muita felicidade para uma menina só.
E para completar, eu e mais três amigas lindas dividindo um espaço:
QUADRADO quase PERFEITO.
Visite e fique à vontade.
Promessas e desejos da semana:
I believe you find me there :: [A Mi Manera] diz:
Vamos ser felizes.
A Mi Manera ::: Escalafobética. diz:
Vamos sim.
A Mi Manera ::: Escalafobética. diz:
Vamos e muito...
I believe you find me there :: [A Mi Manera] diz:
Felicidades
A Mi Manera ::: Escalafobética. diz:
Felicidades
Por mais que eu tente falar de mim em terceira pessoa, mais primeira pessoa me parece: Ela, elas, ele, eles: EU. Sempre eu, que coisa.
Tento ser mais fria. Tento ser menos eu e adotar uma filosofia nemo me impune lacessit* ou ser indiferente. Mas logo sou afago, abraço e palavra. Logo tudo o que eu planejei fazer no silêncio do meu travesseiro vira fumaça. Logo toda possível mágoa parece sumir, mas só parece...Elas estão lá, ignoradas, mas às vezes vêm para lembrar que eu tenho que tomar cuidado, que nem tudo é perfeito, que nem tudo pode ser simplesmente apagado como se nada tivesse acontecido. Nessas horas me sinto fraca, desprovida de inteligência emocional quando, enfim, percebo que, mais que os outros, eu mesma me corto, me firo quase ‘patologicamente’ por ser só afago, abraço e palavra em noventa e nove por cento dos ‘casos’.
O silêncio pode ser meu escudo, embora, às vezes, seja fuga. Meus braços podem ser serrados sem ter algo entre eles e meu corpo a não ser minha própria pele e as roupas que uso. Posso passar do afago à frieza. Em zero vírgula um por cento dos casos. Zero vírgula um que meu ser, promíscuamente carinhoso, faz questão de esquecer que é capaz.
A quem dispensar carinho? Em quem confiar? Em quem re-confiar? Jogue o jogo: Ganhe ou perca. Arrisque.
E o medo? E o cansaço? E o que se tem a perder? E todos os “E”?
Se a palavra amor significasse tábua de salvação perderia todo o seu sentido, pelo menos para mim...Mas qual o seu sentido mesmo?
Isto não é um texto de auto-ajuda. Não tenho nenhuma resposta, aliás, elas devem ser múltiplas ou únicas para cada um...
Piegas...Fazer o quê se eu estou assim: Brega até o último fio de cabelo.
Mas e quem disse que eu falava de mim?
*Ninguém me fere impunemente